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## JUSTIÇA MARCA AUDIÊNCIA PARA HOMOLOGAR ACORDO DO PREFEITO ORLANDO CRISPIM INVESTIGADO POR CRIMES AMBIENTAIS EM MANOEL EMÍDIO

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- Published: 2026-10-24T20:35:54+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

A Justiça do Piauí agenda para 16 de novembro, às 11h, análise de acordo firmado
entre o Ministério Público e o gestor de Manoel Emídio após confissão formal de 
condutas ligadas ao descarte irregular de lixo no município.

Manoel Emídio (PI) – A cidade vive sob a sombra de um lixão irregular que se tornou
símbolo de descaso institucional até que a Justiça decidiu intervir de forma concreta.
No dia 16 DE NOVEMBRO, às 11H, uma audiência por videoconferência analisará a homologação
do ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL firmado entre o Ministério Público do Estado do
Piauí e o prefeito ORLANDO ALMEIDA DE ARAÚJO, conhecido como ORLANDO CRISPIM. O 
gestor, investigado por CRIMES AMBIENTAIS relacionados ao descarte irregular de 
lixo, confessou formalmente, na presença de seu advogado, condutas de poluição ambiental,
funcionamento de atividade potencialmente poluidora sem licença e descumprimento
de obrigações ambientais. Essa confissão abre caminho para um pacto que busca regularizar
a destinação dos resíduos sólidos antes que o caso avance para uma denúncia criminal
plena.

O acordo prevê medidas imediatas de contenção. ORLANDO CRISPIM se compromete a isolar
a área utilizada como lixão, proibir a queima de resíduos, recuperar a área degradada
e implantar um sistema de coleta seletiva. Além disso, no prazo de QUATRO MESES,
deverá viabilizar uma destinação ambientalmente adequada para o lixo urbano do município.
A audiência fica sob responsabilidade da desembargadora MARIA CÉLIA LIMA LÚCIO, 
do Tribunal de Justiça do Piauí. Caso o acordo seja homologado e todas as condições
sejam cumpridas, o Ministério Público deverá solicitar a extinção da punibilidade
do prefeito em relação aos fatos investigados. Em caso de descumprimento, poderá
ser apresentada denúncia criminal. O que estava oculto nos bastidores da gestão 
local agora se torna público e mensurável, forçando uma resposta estrutural onde
antes havia apenas acúmulo de resíduos e omissões.

Essa sequência de fatos revela como a pressão institucional pode converter um problema
crônico de gestão ambiental em um calendário de obrigações concretas. O lixão irregular
deixou de ser apenas uma questão local para se tornar objeto de um acordo com prazos
definidos e consequências jurídicas claras. A audiência de 16 DE NOVEMBRO funcionará
como o momento em que o pacto será testado, separando o discurso de regularização
da efetiva execução das medidas. Para a população de Manoel Emídio, o desfecho pode
significar a diferença entre a continuidade de um cenário de poluição e o início
de uma destinação adequada dos resíduos. O processo segue aberto, com a possibilidade
de extinção da punibilidade ou de avanço para denúncia, dependendo do cumprimento
integral do que foi assumido.

## Anitta quebra o feitiço de Ossanha e reescreve o poder feminino em Mandinga

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- Published: 2026-10-22T07:21:28+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

No álbum EQUILIBRIVM, a faixa com Marina Sena usa o clássico de Vinicius de Moraes
e Baden Powell para mostrar a transição da sedução condicionada para a autonomia,
sem negar o passado da cantora.

Rio de Janeiro (RJ) A música “Mandinga”, parceria de Anitta com Marina Sena no álbum
EQUILIBRIVM, lançado em 16 de abril de 2026, começa sob um feitiço e termina com
ele quebrado. Anitta explicou que a faixa usa o sample de “Canto de Ossanha” para
abrir como se as cantoras estivessem enfeitiçadas, numa letra de sedução e conquista
que remete à Anitta de antes: beijo na boca, jogo de atração, o corpo como moeda
de troca.

No clipe, a ideia é que as mulheres estavam presas nesse canto de sedução imposto
por um mundo governado por homens, condicionadas a se envolver do jeito que o patriarcado
ensinou. A representação visual passa pela natureza. No meio da música, o feitiço
de Ossanha se rompe. Entra Marina Sena com um canto mais forte, e a letra vira afirmação
de independência: “Eu não vou em mandinga de ninguém, foi mamãe que ensinou a vigiar.
Não vou morar nas asas de ninguém, nem me apequenar pra te agradar.” Anitta foi 
direta: não é crítica ao que ela cantava antes. É processo de transição entre um
estilo e o que vem. “Continuo amando e me orgulhando de todo tipo de música que 
eu já fiz. Mas é como se fosse um processo de transição.” A faixa fecha com “Canto
de Ossanha não me pega” e imagens de caminho próprio: dançar, caminhar na beira,
parar só onde o mar espera.

No conjunto do EQUILIBRIVM, gravado em grande parte no estúdio da casa de Anitta
no Rio, a dualidade é o eixo. A artista, praticante de candomblé, coloca o sagrado
e o profano, a meditação e a festa, o corpo e a fé no mesmo disco. “Mandinga” é 
o ponto em que o encantamento cede lugar à vigilância aprendida e ao poder retomado,
sem apagar a Anitta que veio antes.

## SUPER TUFÃO CHAMPI ATINGE 296 KM/H E SE TORNA O CICLONE MAIS FORTE DE 2026

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- Published: 2026-10-22T06:45:54+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

O sistema de Categoria 5 equivalente atravessa o Mar das Filipinas a leste das Filipinas
com olho de 80 km e já enfraqueceu para 213 km/h nesta quinta-feira, com previsão
de passar a leste de Taiwan e afetar as Ilhas Ryukyu e o leste da China.

Mar das Filipinas – Na manhã de 21 de outubro de 2026 o Super Typhoon Champi ainda
girava com VENTOS SUSTENTADOS DE ATÉ 296 KM/H e pressão central próxima de 895 HPA,
transformando-se no ciclone tropical mais intenso do ano por velocidade de vento.
O olho, com cerca de 80 km de diâmetro, aparecia nítido nas imagens de satélite 
enquanto o sistema se movia pelo Mar das Filipinas, a leste das Filipinas e sudeste
de Taiwan. O post da meteorologista Helga van Leur, publicado naquele mesmo dia,
registrava o auge: ventos de 280 km/h na parede do olho e uma extensão de cerca 
de mil quilômetros de influência. O Champi não nasceu assim. Formou-se como tempestade
tropical na semana anterior, intensificou-se rapidamente e passou a menos de 20 
km de Guam no fim de semana, gerando ondas de até 21 metros e danos em residências
e árvores no sul da ilha. Em menos de 48 horas alcançou força de Categoria 5 equivalente.
Na noite de 20 de outubro os ventos chegaram ao pico de 296 km/h. Na manhã seguinte
ainda sustentavam cerca de 280 km/h. A estrutura era tão organizada que o olho parecia
uma máquina de lavar em movimento contínuo, como descreveu a própria Helga van Leur.

Nesta quinta-feira, 22 de outubro, o sistema já perdeu parte da intensidade. Os 
ventos caíram para cerca de 213 km/h e a pressão subiu para aproximadamente 940 
HPA, o que rebaixou a classificação de super tufão para tufão. O movimento segue
para oeste-noroeste a cerca de 20 km/h. Modelos apontam passagem a leste de Taiwan
nos próximos dias, com possível influência sobre as Ilhas Ryukyu, o leste da China
e trechos do Japão. Chuvas fortes e ventos intensos são esperados principalmente
no norte e leste de Taiwan entre sexta e sábado, mesmo que o centro do sistema permaneça
offshore O tamanho do Champi é o que mais preocupa. Mesmo enfraquecido, o raio de
ventos fortes se estende por centenas de quilômetros. Taiwan já emitiu alerta marítimo.
O risco de inundações e deslizamentos aumenta onde o terreno é montanhoso e o solo
já está saturado. Nas Filipinas o impacto direto foi evitado, mas a calha do sistema
ainda pode gerar chuvas isoladas no norte do país.

O que se vê agora é um ciclone que atingiu o limite físico da intensidade possível
em águas quentes do Pacífico oeste e começa a perder força conforme encontra águas
mais frias e cisalhamento de vento. O olho que parecia uma máquina de lavar continua
visível, mas menor e menos simétrico. O Champi segue em direção a Taiwan e ao Japão
carregando ainda energia suficiente para provocar estragos se o centro se aproximar
demais da costa. O pico de 296 km/h ficou para trás, mas a trajetória dos próximos
três dias ainda decide o tamanho do impacto.

## CORTES//  LULA E FLÁVIO BOLSONARO TRANSFORMAM O DEBATE DA BAND NO PRIMEIRO DUELO DIRETO DA REELEIÇÃO

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- Published: 2026-10-22T06:06:56+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

Em 18 de outubro de 2026, a uma semana do segundo turno, o petista que busca o quarto
mandato desafiou o senador do PL a abrir contas bancárias e registros telefônicos,
e o desafio viralizou antes do fim da madrugada

O estúdio da Band virou, na noite de domingo, um ringue sem juízes. De um lado, 
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 80 anos, em busca de um quarto mandato. Do outro,
Flávio Bolsonaro (PL), que terminou o primeiro turno na frente, com cerca de 47%
dos votos contra 45% do adversário. Foi o primeiro confronto direto da disputa, 
a sete dias das urnas de 25 de outubro, e bastou um bloco para que a conversa sobre
propostas desse lugar à palavra que domina a política brasileira: corrupção. Lula
foi ao ponto sem rodeios. Gesticulando, andando pelo palco, propôs que ele e Flávio
abrissem voluntariamente as contas bancárias e os dados telefônicos de suas famílias.
Sugeriu que o material fosse entregue aos presidentes do STF e do TSE e tornado 
público antes do segundo turno. O objetivo, disse, era permitir que o eleitor descobrisse
QUEM É O LADRÃO.

Flávio respondeu que não tinha nada a esconder, mas não aceitou o desafio. Contra-
atacou acusando o adversário de finanças fora do caixa oficial e citando negócios
de um filho de Lula com o Instituto Lula. Ficou a frase de efeito de um lado e a
esquiva do outro. Nas redes, a hashtag #AbreOSigiloFlavio tomou conta do debate 
paralelo, e os trechos publicados por perfis como @choquei e @poptime somaram dezenas
de milhares de curtidas e milhares de compartilhamentos em poucas horas.

A troca de acusações não parou aí. Lula pressionou Flávio sobre supostos vínculos
com o banqueiro Daniel Vorcaro e sobre recursos usados em um filme a respeito de
Jair Bolsonaro. Flávio devolveu com menções a Roberta Luchsinger e aos escândalos
do INSS envolvendo a família do presidente. Todas essas são acusações feitas no 
calor do palco, e nenhuma delas foi provada ali. Perfis populares nas redes chegaram
a associar o senador a uma conta no Santander investigada por suspeita de fraude,
informação que circula por meio de relatos de bastidor e não foi confirmada no debate.

O momento mais grave veio embrulhado em ameaça. Lula disse a Flávio que, se derrotado
no dia 25, ele perderia a imunidade parlamentar e veria avançarem os vários inquéritos
que correm contra ele. Em uma frase, o presidente transformou o segundo turno em
algo além de uma escolha de governo. PASSOU A SER TAMBÉM UM JULGAMENTO SOBRE O FUTURO
JURÍDICO DO ADVERSÁRIO.

Houve ainda o golpe de classe. Lula afirmou que Flávio conhece ônibus apenas por
literatura e nunca teve um emprego comum. O trecho de 31 segundos, publicado já 
na madrugada de 19 de outubro, passou de 100 mil visualizações. A cena é eloquente.
Um ex-metalúrgico que virou presidente cobra de um filho de presidente o que é pegar
condução, bater cartão e pagar conta.

Por trás do espetáculo há uma engrenagem psicológica conhecida. Quando o eleitor
desconfia de todos, a transparência radical vira a moeda mais barata e mais cara
da política. Barata, porque o desafio custa uma frase. Cara, porque quem recua parece
culpado e quem aceita expõe a família inteira. O desafio de Lula é uma armadilha
lógica, e Flávio o reconheceu como tal ao se esquivar sem negar.

Há também uma camada sociológica. O debate já não é o lugar onde se explica um programa
de governo. É o lugar onde se fabrica o corte de vídeo que vai circular em perfis
de notícias populares. O adversário real de cada candidato, naquele palco, era o
algoritmo. Frases curtas, imagem de força, resposta rápida. O que não cabe em 30
segundos praticamente deixa de existir.

A história brasileira já viu esse filme. Em 1989, o confronto final entre Lula e
Fernando Collor na TV Globo, editado nos telejornais, mudou a percepção de uma eleição
inteira. Em 2022, o próprio Lula enfrentou Jair Bolsonaro em debates ásperos, repletos
de acusações cruzadas. O que muda em 2026 é a velocidade. Em 1989, o estrago levava
dias para se instalar. Agora ele se consolida antes de o apresentador se despedir.
Lá fora, o roteiro se repete. Nos Estados Unidos, o debate de 2024 entre Biden e
Trump derrubou uma candidatura em 90 minutos. O palco se tornou o tribunal mais 
rápido da democracia contemporânea.

Resta a pergunta que nenhum candidato respondeu. Se tanto um quanto outro dizem 
que não devem nada, por que nenhum dos dois abre o que pede que o outro abra? Na
próxima semana, 156 milhões de eleitores decidirão em quem confiar. Talvez a questão
mais honesta já não seja quem é o ladrão, e sim por que o país aprendeu a escolher
seus governantes pela desconfiança.

Observação: as acusações citadas foram feitas por candidatos no debate ou reproduzidas
de publicações em redes sociais. Vale conferir números e falas na transcrição oficial
da Band antes de publicar. O número de eleitores aptos citado no fechamento deve
ser confirmado nos dados do TSE.

## El Niño quebra escala histórica da OMM e redesenha o mapa de riscos do Brasil até 2027

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- Published: 2026-10-22T05:29:05+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

Anomalia de até 3,8 °C no Pacífico, classificada como fora dos gráficos de monitoramento
das últimas quatro décadas, eleva para 95% a chance de evento muito forte no país
e projeta extremos opostos entre o Sul e o centro-norte, com efeitos que devem se
estender pelo menos até o primeiro trimestre de 2027.

Brasília (DF) A Organização Meteorológica Mundial (OMM) classificou o atual El Niño
como potencialmente inédito em intensidade desde que os registros modernos começaram,
com a possibilidade de as temperaturas da superfície do mar no Pacífico tropical
atingirem 3,8 °C acima da média entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. A secretária-
geral da OMM, Celeste Saulo, afirmou que o valor “está literalmente fora dos gráficos
de monitoramento que usamos nas últimas quatro décadas” e que o pico deve ocorrer
no fim de 2026, embora os impactos se prolonguem bem depois. A agência estima probabilidade
próxima de 100% de persistência até fevereiro de 2027 e aponta que a anomalia média
sazonal de outubro a dezembro já deve chegar a cerca de 3,7 °C, superando o recorde
anterior de 2,6 °C registrado no episódio de 2015-2016. No Brasil, o quarto boletim
do Painel El Niño 2026-2027, elaborado em conjunto por INPE, INMET, ANA, Cemaden,
SGB, Sedec e Censipam, indica 95% de probabilidade de que o fenômeno alcance intensidade“
muito forte” no trimestre outubro-novembro-dezembro. Confirmado oficialmente em 
junho de 2026, o evento já apresentava anomalias superiores a 2 °C no Pacífico equatorial
no fim de setembro, segundo dados do CPC/NOAA. O painel projeta que, se confirmado,
este poderá figurar entre os mais intensos desde 1950 e permanecer ativo pelo menos
até o primeiro trimestre de 2027.

O contraste regional é o ponto mais nítido das projeções nacionais. No Sul, o boletim
aponta maior probabilidade de chuvas acima da média, com risco de cheias que já 
se materializou em setembro em áreas do Vale do Taquari e ao longo do rio Caí, no
Rio Grande do Sul, e em municípios de Santa Catarina. O risco de enchentes deve 
persistir, embora tenda a diminuir até dezembro. Em sentido oposto, o centro-norte
do país, especialmente Norte e Nordeste, enfrenta condições mais secas, temperaturas
acima da média e aumento do risco de fogo. Dados parciais de setembro do Cemaden
mostram elevação no número de municípios em seca extrema e severa, com destaque 
para Amazonas, Roraima e Acre. Em Roraima, os níveis dos rios Branco e Negro permanecem
baixos. O leste do Nordeste e parte do Sudeste aparecem com tendência de chuvas 
acima da média no mesmo trimestre. No campo, a Embrapa compilou 163 medidas de adaptação
e as entregou ao Ministério da Agricultura e Pecuária para reduzir perdas em soja,
milho, café e outras culturas. No Centro-Norte e no Matopiba, o risco principal 
é a combinação de chuvas abaixo da média e calor, que pode atrasar o plantio, comprometer
o estabelecimento das lavouras e pressionar pastagens e rebanhos no Semiárido. No
Sudeste, o período entre o fim de 2026 e o início de 2027 é considerado crítico 
para o café, coincidindo com floração e enchimento de grãos, quando temperaturas
elevadas podem intensificar o estresse hídrico das plantas. No Sul, o excesso de
umidade favorece, em princípio, o desenvolvimento inicial de soja e milho, mas eleva
o risco de erosão, doenças fúngicas e dificuldades operacionais no campo; projeções
citadas em análises técnicas apontam potenciais perdas de até 80% no trigo e 60%
na aveia em estados como Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Além dos impactos diretos no clima e na produção, pesquisadores do Climate Impact
Lab da Universidade de Chicago estimam que o calor adicional associado a este El
Niño pode gerar até 451 mil mortes excessivas no mundo entre junho de 2026 e fevereiro
de 2027 em comparação com um ano típico. O Brasil figura entre os países com projeção
elevada, com cerca de 13 mil mortes adicionais relacionadas ao calor no período.
A OMM e o coordenador de Ajuda de Emergência da ONU, Tom Fletcher, classificaram
o evento como uma “bola de demolição” capaz de agravar necessidades humanitárias
em várias regiões e pediram ação antecipada, destacando que a janela para preparação
ainda está aberta, mas não permanecerá indefinidamente.

O fenômeno não cria calor planetário adicional, mas libera o que já está armazenado
no oceano, que se encontra no nível mais quente já medido. A OMM ressalta que os
efeitos podem se prolongar bem além do pico de dezembro de 2026, enquanto o Painel
brasileiro reforça a necessidade de acompanhamento contínuo das condições meteorológicas,
hidrológicas e de risco de desastres. Os órgãos oficiais recomendam que estados,
municípios e produtores acompanhem os boletins atualizados e adotem medidas preventivas
conforme as especificidades de cada região.

## China e Coreia do Norte abrem ponte de 3 km após 12 anos de espera na fronteira

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- Published: 2026-10-18T09:58:56+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

A Nova Ponte do Rio Yalu liga Dandong, na China, a Sinuiju, na Coreia do Norte, 
e deve ampliar o comércio entre os dois países depois de anos de atraso por falta
de infraestrutura no lado norte-coreano.

Dandong (China) A Nova Ponte do Rio Yalu foi inaugurada nesta quinta-feira (15),
12 anos depois de a estrutura ter sido concluída, ligando a cidade chinesa de Dandong
à norte-coreana de Sinuiju. A ponte rodoviária tem 3.026 metros de extensão e quatro
faixas. Caminhões com bandeiras dos dois países começaram a atravessá-la nos dois
sentidos na manhã da abertura.

A obra ficou pronta em 2014, mas a abertura foi adiada pela ausência de estradas
de acesso e de instalações alfandegárias no lado da Coreia do Norte, segundo a agência
sul-coreana Yonhap. Centenas de pessoas se reuniram do lado chinês para acompanhar
o momento. Uma moradora da região, sem se identificar, afirmou que a abertura “sem
dúvida será bom para o comércio” depois de mais de dez anos de espera.

O primeiro-ministro chinês Li Qiang, em mensagem em vídeo, descreveu a ponte como
um “novo marco que simboliza a amizade tradicional entre China e Coreia do Norte”
e disse que os dois países “abrem um novo capítulo” nas relações bilaterais.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, afirmou que
a estrutura é “uma importante instalação para a conectividade” e que a inauguração“
promoverá o comércio e o movimento de pessoas entre os dois países”.

A nova ponte serve como alternativa à antiga Ponte da Amizade Sino-Coreana, construída
entre 1937 e 1943 durante a ocupação japonesa da região, que tem capacidade limitada
e combina via férrea e rodoviária. A China é o principal parceiro comercial da Coreia
do Norte. O comércio bilateral chegou a US$ 2,7 bilhões no ano passado, recuperando
níveis pré-pandemia, com as exportações chinesas respondendo pela maior parte.

A inauguração ocorre em meio à reaproximação entre Pequim e Pyongyang, após dois
encontros de cúpula nos últimos 12 meses, e cerca de um mês depois da abertura da
primeira ponte rodoviária entre a Coreia do Norte e a Rússia.

## Lula chega a 51% dos votos válidos e Flávio fica em 49% em nova pesquisa Vox Brasil

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- Published: 2026-10-18T09:11:25+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

Levantamento do instituto divulgado neste domingo mostra o presidente numericamente
à frente no segundo turno da disputa presidencial, com diferença de 2 pontos nos
votos válidos. O cenário continua de empate técnico.

Brasília (DF) Pesquisa do Instituto Vox Brasil aponta Luiz Inácio Lula da Silva (
PT) com 51% dos votos válidos contra 49% de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno
da eleição presidencial. O resultado foi divulgado neste domingo (18) e compara 
a rodada realizada entre 15 e 17 de outubro com a anterior, de 5 a 7 do mesmo mês.
No cenário estimulado, que inclui todos os entrevistados, Lula registra 46,4% das
intenções de voto e Flávio Bolsonaro, 44,6%. Brancos, nulos e nenhum dos candidatos
somam 5%, enquanto 3,9% estão indecisos. A diferença de 1,8 ponto percentual fica
dentro da margem de erro de 2,15 pontos para mais ou para menos.

A rejeição é idêntica para os dois: 45,3% dos eleitores afirmam que não votariam
de jeito nenhum em Lula ou em Flávio. Outros 4,7% rejeitam ambos e 2,4% não rejeitam
nenhum deles. Quando perguntados sobre quem acreditam que vencerá a eleição, independentemente
do próprio voto, 46,9% apontam o presidente e 41,6% o senador. Outros 11,5% não 
souberam responder.

A avaliação do governo também oscilou. A aprovação subiu de 43% para 46,5%, enquanto
a desaprovação recuou de 51,6% para 49,2%. Ambos os indicadores permanecem dentro
da margem de erro nesta rodada. Outros 4,3% não souberam ou não opinaram. Vox Brasil
entrevistou presencialmente 2.100 eleitores em domicílios em todo o país entre 15
e 17 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado 
no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04332/2026. O segundo turno será 
realizado em 25 de outubro.

## Nove aprovados em concurso de Uruçuí acionam Justiça contra contratações temporárias da Prefeitura

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- Published: 2026-10-18T08:06:16+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

Candidatos protocolaram nove Mandados de Segurança na 2ª Vara da Comarca para exigir
convocação e apontam preterição com vínculos precários sob a gestão do prefeito 
Gilberto Júnior.

Uruçuí (PI) O prefeito Gilberto Júnior vê a Prefeitura Municipal respondendo a nove
Mandados de Segurança ajuizados por candidatos aprovados no concurso público. Os
impetrantes buscam garantir o direito à convocação e sustentam que o município mantém
contratações precárias e temporárias, feitas sem concurso, para funções que deveriam
ser ocupadas por quem passou no certame. As ações tramitam na 2ª Vara da Comarca
de Uruçuí, segundo consulta ao sistema processual do Tribunal de Justiça do Piauí(
TJPI). Os processos foram ajuizados entre março de 2025 e abril de 2026.

Os candidatos afirmam que a administração municipal mantém contratados temporários
no lugar dos aprovados e adia o cumprimento das decisões judiciais por meio de recursos.
Para os impetrantes, essa conduta configura preterição: o concursado é deixado de
lado enquanto a vaga permanece ocupada de forma irregular. O contraste entre o direito
adquirido no concurso e a manutenção de vínculos provisórios alimenta o litígio.
Os Mandados de Segurança questionam exatamente essa substituição. A Prefeitura, 
na visão dos requerentes, opta por contratações sem o certame em vez de convocar
quem já foi classificado. O volume de nove ações na mesma vara indica disputa recorrente
sobre o mesmo tema. Os aprovados descrevem uma situação em que o município, sob 
a gestão de Gilberto Júnior, preserva os temporários e posterga a efetivação dos
concursados. O sistema do TJPI registra o andamento na 2ª Vara da Comarca. Não há,
nos autos mencionados, decisão final consolidada que encerre o quadro. Os impetrantes
pedem que a Justiça assegure a convocação e interrompa a prática que, segundo eles,
contorna o resultado do concurso. A controvérsia permanece aberta nos processos 
em curso.

## A TRAIÇÃO SILENCIOSA E A REDE DE BANDIDAGEM NO CORAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

- Link: https://thebrowbrasil.com.br/a-traicao-silenciosa-e-a-rede-de-bandidagem-no-coracao-do-rio-de-janeiro/
- Published: 2026-10-18T07:42:49+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

Enquanto o país se encontra no epicentro de uma crise de liderança, fações políticas
movimentam-se para manter o controlo através de alianças sombrias, onde o crime 
organizado e a política se confundem num jogo de poder sem escrúpulos.

O cenário político fluminense revela uma teia de conexões perturbadoras, onde no
governo em questão, o melhor amigo do Flávio Bolsonaro provavelmente vai ser preso
ou morto^(). A figura central desta narrativa é MÁRCIO CANELLA, um amigão de Flávio
Bolsonaro e PRÉ-CANDIDATO AO SENADO pelo Rio de Janeiro, que conta com o apoio incondicional
de Flávio^(). Não se trata de um apoio qualquer: a MÃE DE FLÁVIO BOLSONARO é a suplente
de senador de Canella^(). Eles andam juntos, tiram fotos juntos e ele foi nomeado
e apoiado por Flávio, o que significa que NÃO TEM COMO O FLÁVIO FUGIR DESSA^(). 
A situação agravou-se quando este indivíduo foi alvo de uma operação policial e 
sofreu uma busca e apreensão na sua casa, onde as autoridades encontraram nada menos
do que TRÊS FUZIS^(). A Polícia Federal apreendeu as armas e ficou em choque porque
ele parecia um “bandidaço”^(). O facto inescapável é que SIM, ELE É MEIO QUE UM 
BANDIDAÇO^().

A trajetória de Márcio Canella é marcada pela sua passagem como PREFEITO DE BELFORD
ROXO, uma das cidades mais pobres e mal administradas do Rio de Janeiro^(). Naquela
época, ele resolveu o crime em Belford Roxo utilizando uma estratégia peculiar: 
pediu aos policias para falarem com o tráfico, entregou regiões ao tráfico e PEDIU
PARA O TRÁFICO PARAR DE SE MATAR^(). Ele resolveu o problema de forma que revela
muito sobre os seus métodos^(). É essencial lembrar que este é o homem que Flávio
quer colocar no Senado pelo Rio de Janeiro^(). Perante este cenário, como pode Flávio
afirmar que vai COMBATER O CRIME ORGANIZADO, contando com o apoio do seu senador
ligado ao crime organizado?^(). Não é possível esquecer os outros amigos de Flávio
no estado, como BACELAR e TH JÓIAS, ambos envolvidos com o Comando Vermelho e pertencentes
ao União Brasil, o MESMO PARTIDO DO MÁRCIO CANELLA^().

O que intriga qualquer observador atento é perceber porque é que TODOS QUE ANDAM
COM O FLÁVIO SÃO BANDIDOS^(). O Flávio é uma autêntica máquina de andar com bandidos,
demonstrando uma incapacidade sistémica de ver um bandido sem lhe oferecer amizade,
um lugar num partido ou lançá-lo para alguma candidatura^(). Quando não os lança
como candidatos, chama-os de irmãos e pede dinheiro para um filme^(). E mesmo quando
esse filme se transforma em dinheiro ou mansões para o seu irmão, o padrão mantém-
se^(). Este é o homem que jura que vai prender e neutralizar bandidos^(). Márcio
Canella está agora envolvido em dezenas de escândalos de corrupção, revelando-se
um dos grandes bandidos do Rio de Janeiro^(). O facto de o fuzil ser apenas o menor
dos seus problemas demonstra o seu profundo envolvimento com o crime organizado,
atuando como uma espécie de BARÃO DO CRIME em Belford Roxo^(). A grande questão 
que se impõe não só aos cariocas, mas a todos os brasileiros, é: por que raios vocês
apoiam um homem como Flávio Bolsonaro, que diz que vai combater a bandidagem, sendo
ele próprio o MELHOR AMIGO DE TODA A BANDIDAGEM MAIS SUJA DO RIO DE JANEIRO?^().
O Rio de Janeiro é, sem dúvida, o estado mais dominado pela bandidagem no Brasil
^().

O percurso de Flávio como senador e deputado estadual no Rio fez com que a bandidagem
apenas aumentasse^(). Ele nunca aprovou nada para combater o crime e, na prática,
apenas se tornou amigo destes mesmos criminosos^(). O contraste surge com a figura
de ADRIANO DA NÓBREGA, que traiu a farda, tornou-se matador de aluguer e cobrador
de dívidas para os bicheiros, e mesmo assim foi condecorado e tratado como um deus
pelo gabinete de Flávio, que chegou a empregar a MÃE E A IRMÃ do criminoso no seu
próprio gabinete^(). Se as pessoas anseiam por um país decente, não podem apoiar
isto como resposta ao “Lula gangster”, porque o Lula tem como versão espelhada à
direita o Flávio, que é OUTRO GANGSTER DE DIREITA^(). Para combater o crime de forma
séria, é imperativo que a liderança seja assumida por pessoas que sejam, de facto,
inimigas do crime e não por aqueles que os lançam para candidaturas importantes 
como o Senado do Rio de Janeiro^(). A reflexão final impõe-se: se concorda com esta
análise, por favor, partilhe esta mensagem assinada por Renan Santos, pré-candidato
à presidência da República^().

## FRANÇA EM CHAMAS NA PLACE DE LA RÉPUBLIQUE 550 MIL NAS RUAS EM 17 DE OUTUBRO

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- Published: 2026-10-18T07:23:32+00:00
- Author: assessoriabrowbrow

Escassez de professores e escolas em ruínas transformam reclamações estudantis 
em levante nacional que mistura coletes amarelos, sindicatos e fúria contra o custo
de vida enquanto Paris, Marselha e Lyon registram fogueiras, estátuas escaladas 
e centenas de prisões

Paris, 17 de outubro de 2026. A Place de la République não dormiu. Multidões de 
coletes amarelos tomaram o monumento central, subiram nas estátuas, cobriram pedra
e bronze de pichações enquanto colunas de fumaça subiam de fogueiras improvisadas
no asfalto. O que começou como queixa de estudantes sobre falta de professores e
condições precárias nas escolas virou, em poucas horas, a maior mobilização do ano
na França: 550 MIL PESSOAS nas ruas de todo o país. O estopim foi a combinação brutal
entre salas de aula sem docentes, serviços públicos no limite e o peso diário do
custo de vida e dos combustíveis. O eco dos coletes amarelos de 2018 voltou, agora
mesclado a sindicatos e a uma geração mais jovem que não aceita mais a deterioração
silenciosa do sistema. Em Paris a imagem foi de caos controlado apenas pela força:
gás lacrimogêneo, dezenas de detidos, monumentos danificados. Em Marselha e Lyon
o padrão se repetiu com prédios públicos atingidos e centenas de prisões ao final
do dia.

A trajetória do movimento revela uma lógica fria. As reclamações estudantis sobre
a falta crônica de professores e a degradação das instalações escolares não eram
novas. O que mudou foi a capacidade de transformar indignação dispersa em ação coordenada
em escala nacional. O custo da vida e o preço dos combustíveis funcionaram como 
aceleradores. Quando a escola falha e o bolso aperta ao mesmo tempo, a rua deixa
de ser opção e vira destino. Os sindicatos entraram, os coletes amarelos reapareceram
com sua simbologia já conhecida e o resultado foi uma onda que ultrapassou os muros
das universidades e chegou às avenidas das grandes cidades. A violência pontual 
não foi o centro, mas o sintoma: quando a confiança nas instituições despenca, a
destruição de patrimônio público vira linguagem.

Psicologicamente o fenômeno é transparente. A sensação de abandono institucional
gera uma forma particular de raiva coletiva: não apenas contra um governo, mas contra
a ideia de que o sistema ainda funciona para quem está na base. Filosoficamente,
trata-se da quebra de um contrato implícito. A escola pública foi, durante décadas,
o último território de promessa de mobilidade. Quando ela falha de forma ostensiva,
a promessa se desfaz e o vazio é preenchido pela ocupação física do espaço urbano.
Sociologicamente, o retorno dos coletes amarelos mostra que certas formas de protesto
não morrem: hibernam. Bastou a combinação de crise educacional e pressão econômica
para que a memória de 2018 fosse reativada com nova energia. O número de 550 MIL
participantes não é apenas estatística. É a prova de que a fragmentação social pode
ser superada quando o desconforto se torna compartilhado o suficiente.

Comparado a movimentos anteriores, este carrega uma diferença de tom. Os coletes
amarelos originais nasceram da periferia e do interior contra impostos sobre combustível.
Agora o núcleo inicial veio das escolas e se expandiu. A geografia também se amplia:
não é só Paris. Marselha e Lyon registraram os mesmos padrões de confronto, indicando
que a tensão não é metropolitana isolada, mas nacional. O uso de gás lacrimogêneo
e as centenas de prisões mostram que o Estado respondeu com o arsenal clássico de
contenção, sem conseguir impedir a imagem dominante do dia: a Place de la République
tomada, as estátuas ocupadas, a fumaça subindo.

O que fica após as imagens é a pergunta que o próprio movimento coloca sem formular.
Até quando um país consegue manter serviços essenciais em erosão sem que a rua se
torne o único espaço de resposta? A França de 17 de outubro de 2026 não oferece 
resposta pronta. Oferece apenas a evidência de que a paciência coletiva tem prazo
de validade e que, quando esse prazo vence, a República volta a ser disputada no
chão da praça que leva o seu nome.
