domingo, 25 de outubro de 2026
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CIBELLE BORGES NO PARANÁ UNE A PROVA DA TERRA AO ALGORITMO E MOSTRA QUE A IA ACELERA A ADVOCACIA PREVIDENCIÁRIA SEM SUBSTITUIR O ADVOGADO

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Foto · @obrowbrow | REVISTA The BrOW Brasil

A participação nas oficinas do IBDP Jovem aprofunda a instrução probatória rural e o uso estratégico da tecnologia, reforçando que a revisão crítica do conteúdo produzido por máquinas é obrigatória e que a responsabilidade ética permanece insubstituível.

A advogada previdenciária CIBELLE BORGES participou das oficinas do IBDP JOVEM no XX Congresso Brasileiro de Direito Previdenciário e atravessou dois eixos que se encontram na prática diária da advocacia contemporânea: a instrução probatória no DIREITO PREVIDENCIÁRIO RURAL, com foco na produção, análise e valoração das provas da atividade no campo, e a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL aplicada à pesquisa jurídica, à organização do trabalho e à construção de soluções mais eficientes. A imersão, segundo ela, representa momento vital de atualização e aprofundamento. Investir em conhecimento é investir no próprio trabalho e assegura aos clientes uma atuação técnica segura, comprometida com a defesa de seus direitos em um cenário onde a velocidade da tecnologia cruza com a sabedoria do trabalho no campo.

No ambiente do congresso, CIBELLE BORGES relatou que a participação permitiu compartilhar vivências que ultrapassam a leitura fria das leis. De um lado, a necessidade de compreender a trajetória de quem vive da terra para reconhecer a atividade rural. De outro, a fluência nos sistemas virtuais que já influenciam a rotina dos escritórios. Ela foi contundente ao afirmar que as inovações podem otimizar tarefas de rotina na pesquisa e na organização processual, mas a tecnologia jamais substitui o raciocínio humano, a interpretação singular das particularidades de cada caso concreto nem a responsabilidade técnica e ética do advogado, que permanece intacta e absolutamente insubstituível. O uso estratégico de inteligências artificiais para soluções mais eficientes exige análise crítica e revisão criteriosa de todo conteúdo produzido pelas máquinas. O intelecto humano deve atuar como juiz final dessas ferramentas para proteger a verdade material e evitar automatismos que desconsiderem a história de vida de quem busca o benefício.

O encontro revela uma estrutura em transição em que a eficiência dos algoritmos cobra uma postura ética inabalável. Ao unir a ancestralidade da lida rural com a vanguarda tecnológica, o congresso ensina que o amanhã da advocacia previdenciária pertence aos profissionais que não perdem a sensibilidade. A justiça se constrói na capacidade de compreender a trajetória do próximo. A advocacia não sobrevive apenas de processos formais. Ela respira através das pessoas que clamam por dignidade, e o debate plantado na mente de cada especialista presente continua dependendo das escolhas diárias de quem atua na linha de frente da defesa social.

RB

Redação The Brow Brasil

Redação The Brow Brasil, jornalismo, investigação e cultura.

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